Reforma trabalhista é ignorada pelos Tribunais Regionais de Trabalho e os reajustes de processos foram realizados acima da inflação.

Os maiores TRTs (Tribunais Regionais de Trabalho) do país ignoram a reforma da nova CLT, a Consolidação das Leis do Trabalho, na correção de dívidas trabalhistas e aplicam um índice mais vantajoso para os empregados.

Dos 24 TRTs (Tribunais Regionais do Trabalho), ao menos 7 neste ano já contrariaram a reforma trabalhista, em vigor desde novembro de 2017.

Decisões dessas cortes corrigiram passivos, como horas extras, com o IPCA-E (Índice de Preços ao Consumidor Amplo-Especial), uma derivação do índice oficial de inflação.

A reforma da nova lei estabeleceu a atualização dessas dívidas, enquanto os processos correm na Justiça do Trabalho, pelo TR (Taxa Refencial), usada para remunerar a poupança.

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